Cinco níveis, nessa ordem.
Os níveis seguem a ordem em que o trabalho acontece. Quem pula o primeiro tenta sustentar uma organização sem ter resolvido quem decide por ela.
Empreender no eu
Todo problema de empresa chega, mais cedo ou mais tarde, na mesa de quem decide. Antes de mexer em processo, preço ou equipe, a escola trabalha o comportamento de quem está à frente: o que essa pessoa repete sem perceber, o que ela tolera há tempo demais, e o que isso já custou em resultado.
O ponto de partidaGovernar a si
Disciplina que depende de motivação dura pouco. Aqui ela é tratada como estrutura: atenção treinada, presença que se sustenta no dia ruim, e decisões que não mudam de acordo com o humor da manhã. É a parte do trabalho que mais se apoia em neurociência e prática de mindfulness.
MentalidadeLiderar pessoas
Quem lidera pelo cargo precisa repetir a ordem. Quem lidera por autoridade construída não precisa estar na sala. Este nível trata de como um líder vira canal de transformação para a própria equipe, e de como isso se ensina a quem já lidera.
LiderançaConstruir organizações
Cultura é o que acontece quando o dono sai da sala. Este nível monta o que precisa estar de pé nesse momento: equipes conectadas, critério de decisão compartilhado e execução que não depende de supervisão.
Estratégia e execuçãoDeixar legado
O último nível trata de quem você formou, da organização que continua de pé sem você e do padrão que passou a valer para quem chegou depois.
Legado
Como o percurso é entregue
Turmas pequenas e trabalho de comportamento em sala.
O grupo onde a repetição acontece entre um encontro e o próximo.
A escola está começando. Quem acompanha agora entra antes da primeira chamada.
Datas, formato e valores serão anunciados quando a primeira turma abrir.